domingo, 27 de fevereiro de 2011

Fuinha

Adotei uma cadelinha há um mês. Apesar dela ser cheia das manias (não sei se é normal uma cadela levantar a patinha e demarcar seu território), ela é o máximo. Acho que ela segue a linha do "se meus donos são doidos, posso ser também".
No mais, eu digo uma coisa: adotar é tudo de bom. Podem chegar meio desconfiados no começo, até agressivos, mas aos poucos a coisa se ajeita.

Falando em cachorro, que bichinho mais previsível. É engraçado, mas costuma-se fazer uma comparação de que os cães são masculinos e os gatos são femininos. Não deixa de ter um fundo de verdade. Já tive gato e agora tenho um cão (na realidade é uma cadela, mas isso não vem ao caso quando se trata de comportamento, mas ainda estranho o lance da perninha). O modo como andam (cães desengonçados e gatos graciosos), o sentimento vingativo (nunca faça algo que seu gato não goste, a vingança será maligna), pode-se xingar um cão do que quiser, ele sempre volta abanando o rabinho, com relação à comida nem se fala (cães colocam quase qualquer coisa pra dentro, já os bichanos são um pouco mais exigentes), já viram os cães se cumprimentando (cheirar o traseiro não é muito educado, gatos não precisam disso)? Enfim, pode-se dizer que o melhor amigo do homem é o cão... e o da mulher é o gato. Me respondam uma coisa: por que os cães correm atrás de rodas, se quando as alcançam não sabem o que fazer (parecem alguns tipos de caras). Mas é melhor eu ir parando por aqui com minhas comparações, por que senão, vai que meu marido dá uma passadinha no blog e aí ferrou.



Voltando ao assunto da Fuinha, como podem perceber, ela tem orelhas enormes e faz parte da melhor raça que existe: o famoso Vira-Latas. Não existe melhor, resistentes, não precisam de tosa, são adoráveis, enfim, TDB. Só não esperem ver fotos da minha Fuinha Nonotion (a bichinha tem sobrenome sim, o que estão pensando? Por ser completamente Sem Noção, ela agora se chama Nonotion) vestindo roupinhas ou totalmente ridicularizada. Acho que o bichinho não merece partilhar da idiotice do dono e sofrer com humilhação pública.

Um salve para todos os animais e seus donos responsáveis. Até a próxima.

Recorde

Dessa vez bati meu recorde de desaparecimento do blog, apesar de todas as promessas que não faria mais isso, mas o tempo novamente é meu cruel inimigo. Essa vida de casada/dona-de-casa/artesã/arte-finalista e agora dona de cachorro não é mole.
Sim senhoras e senhores, me casei. Já não era sem tempo e apesar do que tanto falam da vida de casado, é muito legal sim.
Vou tentar não sumir durante tanto tempo novamente. Eu disse "vou tentar", isso não é um "eu prometo".

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

O que diabos é isso???

Tive uma revelação não muito agradável por estes dias: bandas como Restart(ou Restardados, como queira), tocam rock, aliás Haappy Rock (coloque "Happy Rock idiota" no Google e só aparecem eles). Sempre que quero rebaixar, esculhambar, xingar, etc, alguma coisa, eu faço questão de conhecer essa coisa primeiro, se é algum tipo de música, lá vou eu ouvir e ver o que é, se é bom, passo a ouvir com frequencia, caso contrário, prefiro cair matando. Mas com o Happy Rock foi diferente. Só de olhar pra esses caras não tive coragem de ouvir. Que tipo de criatura consegue se vestir de arco-íris?
E eu que pensei que depois dos emos não tinha nada pior pra aparecer.
Não que a galera do Glam fosse um exemplo de maravilha visual, mas pelo menos os caras tinham estilo, o som era muito legal, as atitudes eram enfim, era muito melhor.
Podem me chamar de saudosista, que gosta só das coisas de antigamente, mas o que posso fazer? As coisas de antigamente eram de longe melhores do que as de hoje. A galera que cresceu ouvindo letras inteligentes em discos de vinil faziam melhor trabalho do que a galerinha viciada em twitter e Guitar Hero (nada contra jogos de vídeo game, mas ainda prefiro o lance da violência virtual, desde que usada com moderação e não transportada para o mundo real).
Terminando mais um post ao som de rock de verdade. Até a próxima.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Finalmente...

Até que enfim eu tenho meu vídeo game. Demorou só 25 anos desde que joguei um Atari pela primeira e percebi que sem essa porcaria moderna eu não poderia mais viver.
Sempre joguei no vídeo game do meu irmão. O Atari não era dele, era de um amigo dele. Pra quem não se lembra ou é jovem demais pra isso, era uma coisa totalmente sem graça se vista hoje em dia, somente pixels que você só via que eram carros ou naves espaciais graças à imaginação. Mas Space Invaders e Formula 1 eram legais. Alguns aninhos depois meu irmão comprou um Mega Drive. Passei noites e mais noites jogando Sonic. Sim, senhoras e senhores, o ouriço azul que usa tênis e tem que pular pra pegar anéis e transformar robozinhos em bichinhos fofinhos e enfrentar o "chefão" era sempre complicado, mas era legal.
Depois veio o Play Station 1. Nessa época eu já consegui meu primeiro computador (incríveis 128mega de ram, a gigante HD de 20giga, 8mega de memória de vídeo e um potente processador de 1,2giga, tudo isso rodando o revolucionário Windows 98... top de linha) e aí instalei um emulador de PS. Ainda me lembro do meu primeiro jogo: Resident Evil 3. Cheguei a sonhar com o jogo inúmeras noites (não eram pesadelos, apenas sonhos com aventura). E até hoje Resident Evil é o título que mais gosto, seguido de pertinho por Silent Hill e Mortal Kombat.
Mesmo como play do meu irmão eu não me divertia tanto, afinal era "O play do meu irmão", não era meu. Me conformei com o pc mesmo (depois eu troquei, me arrependi, tinha otimos jogos que só rodavam no win98 e hoje sinto saudades deles, como o Blood, por exemplo, quem teve a oportunidade de jogar sabe do que estou falando. Obs: uma das armas que o cara conseguia para derrotar os demônios era uma boneca de vudu). Enfim, eu queria o meu.
Fiquei um tempo pensando se comprava ou não, a ideia sumiu, mas depois retornou com força total e não me aguentei. Esperei impacientemente meu PIS e no mesmo dia que ele saiu, fui lá e comprei meu Play Station II e tudo mudou. Agora os carros parecem carros, as naves parecem naves, os homens parecem homens e os monstros parecem monstros, o sangue não é mais um quadradinho vermelho caindo na tela, são litros jorrados pra todo lado. Ah, Santa Evolução dos Games.
Agora é só esperar o Play Station III e quando eu o tiver, ficarei anciosa e impacientemente aguardando o Play Station IV.
Maldito vício...

Momento de Reflexão

Todo mundo comete erros. O truque é cometê-los quando ninguém está olhando.

Por favor, não matem o rock!

Ontem estava ouvindo o novo álbum do Iron Maiden entitulado The Final Frontier e com ele aprendi uma coisa: nunca mais vou esperar tanto por um álbum de banda nenhuma, mesmo que eu goste muito dessa banda. Pensei que não repetiriam o erro do penúltimo (A Matter of Life and Death), mas me enganei. Não faço a menor idéia do que aconteceu com os caras. Será que na cabeça deles estão tornando o som "mais adulto"? O mesmo não aconteceu com o Blind Guardian, lançaram um álbum que é o máximo. KISS também não fez feio com o último, mesmo ficando mais de 10 anos sem gravar material novo. Só sei de uma coisa, estou decepcionada.
A MINERINHA AQUI QUÉ É HEAVY METAL DUS BÃO, UAI! TÁ DIFÍCI???

terça-feira, 13 de julho de 2010

Dia Internacional do Rock

Hoje vou tentar fazer um post sério. Com todo o meu carinho quero louvar o bom e velho Rock no seu dia. É isso mesmo, caro leitor, dia 13 de julho é o Dia Internacional do Rock. Muita gente diz que é coisa do demo, que aqueles chifrinhos feito com os dedos eternizados pelo saudoso Dio também são coisas do demo. Pura conversa fiada. Amigo leitor que ainda não sabe, mas o Rock surgiu ali pela década de 40, misturando o ritmo negro e quente do Rhythm and Blues (uma versão mais alegre e dançante do Blues) e o ritmo branco dançante e alegre do Country, disso aí nasceu o Rock a Billy. E por que dizem que é coisa do demo? Simples. A resposta é racismo. Os brancos diziam que o rhythm and blues era música do demo, simplesmente porque era música dos negros e se o rock nasceu dessa música de negros então só poderia ser coisa do mal. Pura injustiça com o ritmo que nunca morre, mas sempre se transforma.
O Rock abre a mente das pessoas, faz com que elas pensem muito mais e de modo dinâmico, diferente de outros ritmozinhos que tem por aí, cuja intenção é justamente reduzir o QI dos pobres ouvintes.
Sem muito o que dizer mais, fico por aqui. Pra quem não gosta, deixo o meu abraço e pra quem gosta, uma bela de uma saudação headbanger.
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Eu não queria falar nada, juro que não queria, mas tinha que falar mal de alguém e pra não perder o costume lá vai. VIDA LONGA AO ROCK N' ROLL E QUE O PAGODE, O FUNK JUNTAMENTE COM O AXÉ VÃO TOCAR NO INFERNO, se é que o capeta merece, pois acho que, por pior que ele seja, não merece tamanha enxurrada de péssimo gosto. Por exemplo: Paul Stanley (KISS) rebolando é sexy, mas aquela coisa que nem me lembro o nome rebolando ao som do Rebolation é uma profanação ao nome da Testosterona. E antes que me digam o contrário, não, não considero New Metal como rock, Justin Biba também não é rock, Hanson também não e mais algumas coisas que não me lembro no momento.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Vampiros Bibelôs

Algumas pessoas dizem que pareço meio maluca, às vezes acredito que não sou meio maluca e sim maluca inteiro. Meu noivo diz que sou sinistra e concordo com ele e ainda acrescento: além de sinistra, um pouco mórbida. As lembranças que tenho da minha infância nada tem a ver com coisinhas fofuchas e rosáceas. Não me lembro de ver coisas na TV que fossem fofas. Lembro que na infância eu amava aquele cara queimado com as facas na mão, chapéu igual ao do Indiana Jones e camiseta do flamengo; lembro do outro cara com máscara branca cheia de furinhos com um facão fazendo pedacinhos dos adolescentes (só ainda não entendia o que esses adolescentes estavam fazendo, mas e daí, iam sangrar mesmo); lembro também do "home virando bichão peludo" quando a lua aparecia redondinha no céu; lembro ainda do cara sério usando terno com dentes grandes atacando o pescoço das "muié peituda"; entre outros. Nem sabia por onde tinha andando o Pequeno Ponei, Moranguinho, Ursinhos Carinhosos ou Barbie. Não sabia e nem queria saber. Queria é ver sangue jorrando mesmo e corações menos fofos e mais sangrentos. Calma, calma, amigo leitor, apesar do que pode parecer, eu não cresci uma psicopata. Muito pelo contrário. Tenho pavor de borboletas e todo e qualquer tipo de molusco e palhaços me causam arrepios.
Me lembro da minha avó e das suas histórias. Eu nem me lembro direito quando começou essa minha fascinação pelo mórbido, mas acredito que foi com minha avozinha. Que eu saiba, vovós devem embalar seus netinhos com historinhas bacanas e bonitinhas e não sobre mulas-sem-cabeça, lobisomens, assombrações e aparições. Se me lembrasse com detalhes de tudo que ela contava, daria um bom livro bem estilo Stephen King. Falando no mestre King, o Rei do Horror e Fantasia disse em uma entrevista recente em que divulgava mais um trabalho que está cansado dessas histórias com "vampiros bibelôs" que invadiram a literatura e o cinema nos últimos anos. Concordo com ele em gênero, número e grau. Eu não sei como alguém consegue ler ou ver a saga Crepúsculo. Quando eu vi o lance pensei que fosse algo até legal, mas não consegui ler sem tomar um Dramin em seguida. Essa coisa de vampiro bonitinho, cara de anjo, o tipo "bom moço" está por fora. E pra piorar as coisas ainda aparece um lobisomem com cara de bichinho de estimação. E só de pensar que são 5 livros (depois de Amanhecer vem o quê? A Hora do almoço?). Pra mim aquele tal de Pattison não passa de uma biba "Luan Santaniana" que acabou com o que Bela Lugosi, Max Schreck, Gary Oldman e Christopher Lee fizeram pela história dos cupadores de sangue.
Só imagino o quanto Bram Stocker está se revirando no seu túmulo depois dessa invasão de vampiros emos...

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Idade Telemar

Pois bem, estou preparando a volta após completar a "Idade Telemar" (quem me dera ter a "Idade Embratel", mas fazer o quê?). Gostaria de saber o porquê das pessoas ficarem comemorando aniversário, ficamos mais velhos, aparecem os probleminhas relacionados à idade, enfim. Não sei pra que essa história. E o pior, quando as pessoas comemoram alguém sempre tem que morrer? É o pobre do porquinho, ou o franguinho, ou o coitado do peruzinho. Maldade...
Hoje estou com preguicinha de postar alguma coisa, então amanhã ou depois eu estou de volta.
Abraços a todos...

sexta-feira, 2 de julho de 2010

E calam-se as vuvuzelas (pelo menos por aqui)

É, galera, foi triste, mas acabaou. Infelizmente ninguém vai sair mais cedo do trabalho semana que vem. A parte boa que estamos livres das vuvuzelas. Haja tímpano e paciência pra todo esse barulho. Mas valeu, chegar onde chegamos não é pra qualquer um, até que foi longe demais, pensei que com aquele timinho do Tio Dunga, o Brasil não ía passar da primeira fase.
Daqui a 4 anos tem mais. Só espero que as vuvuzelas fiquem de fora...